Tróia...as maldivas portuguesas

Tróia foi uma estação lusitano-romana, situada na península com o mesmo nome, defronte da cidade de Setúbal. Foi pensada à escala do Império e foi o maior centro de produção de salga de peixe do mundo romano. Tem simplesmnete 6 séculos de história.

Os tanques de salga do pescado, estendiam-se em 1858 numa extensão de 4 km de onde se conclui que outrora ali se ergueu um povoado industrial, com uma vultosa indústria de conservas de peixe, cuja produção seria exportada para fora da península. Deverá então fazer o percurso até às ruinas romanas onde recua no tempo até ao séc. I  d.C. e onde pode ver casas, fábricas, termas, mausoléu e necrópole, vestígios da cidadania romana.

A estação lusitano-romana de Troia é importante sob o ponto de vista religioso e arqueológico, apresentando vestígios de culto pagão e cristão. Tróia faz parte da Rede Natura 2000 e é a “Pompeia de Setúbal”, conforme foi referida por Hans Christian Andersen. 

Tróia é um espaço abençoado pela natureza, em que a biodiversidade é um fator de diferenciação, tendo sido inventariadas até à data mais de 600 espécies na sua área, das quais:

233 de flora

152 de aves

12 de mamíferos

11 de répteis

4 de anfíbios

207 de organismos que vivem na zona entre-marés

Tróia...bem-vindos a Pompeia...deslumbrem-se.


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