Figo-da-índia...a caminho da exportação

 
Foi há sensivelmente 3 anos que os provei pois alguém me disse que eram comestíveis e muito bons. Fiquei incrédula pois eram frutos de cactos. Mas, se há 3 anos os provei, há 3 anos que sou fã, ainda mais porque soube que é um fruto rico em potássio, magnésio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. O seu consumo iniciou há cerca de 9000 anos e é conhecido como cacto, figueira-da-índia, figueira do diabo, entre outros. É um fruto que pode apresentar várias cores: verde, roxa, vermelha, branca ou amarela. O único cuidado a ter é no seu manuseio (apenas com luvas) pois tem picos finíssimos que se infiltram na pele com enorme facilidade. Depois de descascado, deverá ser armazenado no frigorífico pois servido fresquinho, é uma verdadeira delícia. Também pode ser utilizado em doces, compotas, licores, sumos, etc.
O figo-da-índia era desconhecido da maioria dos portugueses (apesar de existir um pouco por todo o lado à beira de caminhos rurais) mas, desde 2009, começou a ser cultivado por ter sido descoberto o seu potencial económico. Atualmente é no Algarve que encontramos a maior área plantada e está já a ser preparada a sua exportação. Alcoutim é já considerada a capital do Figo-da-índia.
Então, aos cactos!
 
 

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