O envelhecimento empresarial...

14-06-2018 14:21

 

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Depois de as empresas entrarem na sua fase adulta, inicia-se o processo de envelhecimento e se esta é uma etapa de experiência acumulada, é também o início do declíneo orgânico. Começam a perder força, fatigam-se mais, o sistema imunitário fica mais debilitado. É a fase da reação, mais do que da ação. 

A perda de força corresponde à falta de proatividade, em que as empresas passam apenas a reagir às alterações do mercado. Não inovam, não criam nada de novo. Têm uma postura passiva, o que significará uma morte precoce, um envelhecimento acelerado, a espera pelo fim, à medida que vão invejando o amadurecimento saudável de umas e a juventude de outras.

Não deverão então as empresas esperar pelas consequências, deixando que o mercado tome conta delas. Assim como no corpo, também nas empresas, as defesas vão dimininuindo, a capacidade de reagir à concorrência, à pressão financeira, à turbulência dos mercados, vai ficando comprometida. Têm de se preocupar com a alimentação, com o exercício. Alimentar a empresa significa estimular a criatividade, promover novas estratégias, criar ramos diferenciadores de negócio. Fazer exercício corresponde à necessidade de criar estímulos à produtividade, fomentar novos desafios que impliquem ajustamentos e adaptações, os quais não são mais do que exercícios de crescimento.

Mas...atenção. Crescimento não significa desenvolvimento. O primeiro é quantitativo, o segundo é qualitativo. Não basta crescer, é preciso desenvolver. O crescimento sem desenvolvimento, é uma evolução aparente.

Uma empresa deve ter colaboradores que sejam seus parceiros, que sejam interventivos, envolvidos, criativos e emocionalmente equilibrados, por forma a terem capacidade de resposta perante a adversidade.

Palavra de Formadora :)


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