O sentido de propósito da vida profissional...

24-07-2017 11:16

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As empresas, os colaboradores e as colaboradoras têm vindo a mudar. Estão diferentes. Antes, eram os/as primeiros/as que competiam para obterem emprego nas melhores empresas. Hoje, são as empresas que competem para conseguirem captar e reter os melhores colaboradores e as melhores colaboradoras, aqueles/as com elevado sentido de profissionalismo, que não se limitam a ser suficientemente bons ou boas para não serem despedidos/das. Estes/as melhores colaboradores/ras aspiram a que as suas performances tragam valor acrescentando às empresas e procuram um verdadeiro e profundo sentido de propósito na vida profissional. 

Por outro lado, os vínculos profissionais também são diferentes: são crescentes os casos de carreiras não lineares, quer do ponto de vista técnico, quer do ponto de vista contratual. Por vezes, a precarização intencional permite maior liberdade e disponibilidade para se ter uma vida mais vivida, mais completa e feliz. Uma outra questão prende-se com uma maior moralização e dignificação do trabalho, em que este deixa de ser visto como um recurso de sobrevivência para se tornar um veículo de cidadania e de realização pessoal. É desta forma que as empresas são chamadas a contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissonal dos colaboradores e das colaboradoras, a cultivar o commitment, a integridade dos líderes, a confiança, a clareza de propósitos, um clima emocional positivo, de forma a gerar entusiasmo e elevadas performances junto dos colaboradores e colaboradoras. Tenhamos consciência de que as questões mais problemáticas na gestão de pessoas é a falta de entusiasmo, a negatividade e a falta de commitment.

Estamos a passar de uma gestão de números para uma gestão de pessoas, de uma gestão objetiva para uma gestão subjetiva. O desafio das empresas passa por identificar e entender o que move cada um dos colaboradores e colaboradoras, o que os/as faz escolher uma empresa e o que os/as faz continuar lá. De acordo com o estudo anual Happiness Works, a felicidade profissional dos portugueses e portuguesas atinge os 3,8% numa escala de cinco pontos. A insatisfação com a remuneração, com as chefias e com as oportunidades de desenvolvimento pessoal são alguns indicadores de insatisfação.

O sentido de propósito da vida profissional gera felicidade e a felicidade gera melhores negócios.

Deixem-se inspirar, deixem-se transformar.

Deixem-se transformar, deixem-se potenciar.

 


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