O nosso mundo é o que queremos?

23-08-2017 23:35

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Ao nascermos, vimos todos/as com uma missão: a de sermos genuinamente felizes. Contudo, ao crescermos, por vezes vamos sendo moldados/as e formatados/as pelas vontades e tendências alheias. A sociedade, a escola, a família vão-nos influenciando, tolhendo as nossas vontades mais genuinas e apagando a trajetória da nossa missão, até nos afastarmos aos poucos do mundo que era para ser nosso. Então, um dia virá, seja aos 20, 30, 40, 50, 60 anos ou até mais tarde, em que nos apercebemos de que fomos construindo um mundo que não é o nosso, um mundo que não queremos e que em nós não se enquadra. E nesse momento da descoberta, ou podemos acreditar de que é possível reverter a situação ou de que é uma utopia que deve ser esquecida. Está em nós a capacidade de fazer um discernimento consciente, de decidirmos respeitar ou não a nossa missão e de ousarmos ser felizes. O livre-arbítrio está sempre ao nosso alcance e a coragem todos/as a temos na alma.

Remato reforçando, com um excerto de Gustavo Santos que diz: " Aceitam-se, portanto, murros na mesa, gritos do Ipiranga, "nãos" em catadupa, manifestações coletivas, aceita-se tudo o que dê origem à redescoberta do Ser através do assumir das vontades, da profetização do amor e da proliferação da fé no Um e em cada um de nós."

Façam então o favor de ser felizes.


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