Felicidade...uma questão de responsabilidade pessoal

26-04-2016 13:21

Mais uma sessão extraordinária de coaching pessoal com a Fernanda Ferreira. Assim foi na 6ª feira passada. E de novo saí de lá com a alma nutrida, em paz, em harmonia, com um bem estar formidável. O tema era Felicidade e fiquei consciente de que nós somos os/as únicos/as responsáveis por sermos ou não felizes. Felicidade, como diz a Fernanda, está relacionada com uma troca de dedos: ao invés de apontarmos com o dedo indicador para os outros, tornando-os responsáveis pela nossa felicidade, devemos usar o polegar e apontá-lo para nós. Somos nós os/as únicos/as responsáveis pelo que queremos sentir, pensar, dizer, viver. Somos nós que devemos ter e assumir a responsabilidade pelos nossos relacionamentos e pela escolha das pessoas com quem nos relacionamos, somos nós que decidimos por nos sentirmos bem, por fazermos coisas de que gostamos, por dizermos o que sentimos e por encontrarmos formas de conseguir equilibrar os momentos de rotina com os do bem estar, aqueles em que cuidamos de nós.

E porque o fim de semana me brindou com mais um dia, terminei de ler o livro "Viver a vida a amar" da conhecida Fátima Lopes. Escrito pela apresentadora num momento de pausa forçada, é por isso um livro de reflexões que nos sensibiliza para a "urgência de vivermos o ser e não o parecer". Em cada dia devemos ser determinados em sermos felizes, registando numa agenda um objetivo diário que queremos concretizar e depois anotando também as pequenas conquistas que vamos fazendo. É aos poucos que vamos observando os passos positivos que demos e no final de cada ano tomamos consciência do início de uma vida nova.

E se surgirem obstáculos? Não serão mais que desafios que nos colocam à prova, nos testam e que se os superarmos, nos tornam mais fortes e mais completos/as. É com esses desafios que aprendemos as lições.Ninguém tem uma vida repleta apenas de boas experiências, ninguém é feliz a vida inteira de uma forma plena e permanente. E porquê? Porque se assim fosse, nunca teria de evoluir, nunca saberia valorizar o que tem, por desconhecer as más experiências da vida.

Para renascermos, para nos tornarmos seres que se importam em ser e não em parecer, temos de ouvir o nosso coração, a nossa alma e intuição, não tomar decisões com base nas opiniões dos outros e nos seus valores. Devemos respeitar o que sentimos e agir de acordo. Devemos ser genuinos/as como as crianças o são e verbalizar o que sentimos, sermos honestos/as connosco mesmos/as e sinceros/as com os outros. Desta forma não adoecemos emocionalmente. Nós devemos ser os/as timoneiros/as do barco das nossas vidas. Se assim não for, os barcos andarão à deriva, desperdiçamos a nossa energia e não vamos chegar a "bom porto". 

Temos de parar para refletir, para identificarmos quais são as nossas paixões, o que gostamos de fazer e depois se estivermos atentos/as, a vida vai-nos dando sinais (coincidências) sobre o rumo a seguir. Mesmo que não se esteja na profissão desejada, toda a profissão, por mais simples e insignificante que seja, merece o nosso empenho porque alguém beneficia do nosso trabalho e porque a nossa energia criativa e produtiva se multiplica. Quem se dedica de forma genuina ao que faz, acaba por encontrar mais cedo ou mais tarde uma ocupação que os/as deixará profundamente realizados/as. 

Agradeçam os pequenos grandes momentos da vida pois os momentos felizes multiplicar-se-ão. Valorizem a vida e vejam o copo sempre meio cheio. Deixem uma marca postiva no universo.


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