As verdadeiras verdades são as sentidas...

19-04-2017 15:18

 

"As verdadeiras verdades não são as escritas e nem as ouvidas, mas sim, as sentidas." (Somel Serip).

578 mil portugueses sofrem de depressão. A notícia foi avançada a 14 de Março deste ano. A depressão está a ter um forte impulso no mundo moderno e a Organização Mundial da Saúde calcula que a depressão se irá impôr globalmente como o segundo maior problema de saúde pública por volta de 2020.

A depressão irá representar um peso maior do que as doenças cardíacas, a artrite e muitas formas de cancro em menos de uma década.

Esta costumava ser uma doença dos finais da meia-idade e agora afeta a maior parte das pessoas pela primeira vez quando se encontram na casa dos vinte, e um número substancial de pessoas começa a sofrer dela na adolescência. Mas, o que mais assusta é que a depressão tem tendência para ser recorrente, mesmo após a recuperação total.

E porquê este surto mundial de depressões? Porque a vida humana é o maior mistério da existência e porque a nossa personalidade é como uma grande "casa" em que apenas conhecemos algumas divisões. Porque todos e todas buscamos a felicidade, independentemente do nosso status social, riqueza, idade ou profissão e porque  queremos compreender o sentido da nossa vida, conhecer a nossa missão de vida.

Citando Roger Keyes "É importante que se importe, é importante que sinta, é importante que repare". Temos de nos importar com os nossos estados de alma, temos de nos saber sentir e temos que reparar que a vida é uma "escola" onde apenas os melhores "alunos" e "alunas"são felizes. Não são melhores "alunos" e "alunas" porque sejam mais poderosos/as, ricos/as ou intelectuais, mas melhores porque alcançaram a qualidade de vida na alma e por isso...são felizes.

 São felizes porque sonham, vivem intensamente, são joviais de espírito, porque valorizam quem mais amam, porque agradecem o bom e o menos bom da vida, porque transformam erros em lições de vida, porque apreciam as pequenas coisas, porque não desistem nas deceções e nas contrariedades.

Não é a fama, a cultura, o dinheiro, o poder, o trabalho e a segurança que nos fazem ser os melhores "alunos" na vida. O que nos faz felizes é conseguirmos proteger as nossas emoções, liderarmo-nos a nós próprios, conseguirmos ter resistência para vencer as derrotas e desafios, não perdermos a simplicidade, a  sensibilidade, a tranquilidade e lutarmos pela nossa qualidade de vida.

Vivemos na era das tecnologias, das inovações, do conforto mas as pessoas nunca foram tão tristes, nunca se sentiram tão desconfortáveis, nem demonstraram ter tantos transtornos psíquicos.

Então, como podemos ser felizes?

Transformando-nos em QE Performers.


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