A felicidade organizacional...

21-07-2017 11:10

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A importância e o impacto de pessoas são cada vez maiores no universo empresarial. A felicidade organizacional é assim uma preocupação crescente das empresas pois dela dependem as equipas motivadas, empenhadas, felizes e com melhores resultados. Por outro lado, os colaboradores querem ser cada vez mais desafiados, reconhecidos e valorizados. O maior desafio das empresas consiste na capacidade para atrair e selecionar pessoas talentosas, as que fazem a diferença nas organizações, tornando-as mais competitivas e diferenciadoras. O dinamismo do mercado impõe o redimensionamento, reforço e desenvolvimento das capacidades das empresas e aí  Gestão de Pessoas tem um papel preponderante pois tem a visão global das estruturas da organização, a qual deve estar alinhada com o negócio e responder estratégicamente às flutuações do mercado.

A diversidade de perfis e de competências, pela sua complementaridade, é a chave para o sucesso das equipas, pelo que é essencial que as empresas consigam reter esses talentos. Pessoas e negócios são duas faces de uma mesma moeda. Estratégias de nada valem sem as pessoas certas. Assim, é crucial "ouvir" os colaboradores, atender às suas necessidades, promover os seus interesses, estimular paixões e desenvolver competências pois são eles, a força motriz das empresas. Há que alinhar a gestão das pessoas à gestão do negócio. 

A nova geração de profissionais, para além das competências técnicas, devem saber comunicar em diferentes línguas, terem literacia tecnológica e serem dotados de competências de interação, adaptação, criatividade na ação e iniciativa na procura de soluções.

De salientar também a importância das estruturas das empresas: existem empresas com demasiados seniores e outras com demasiados juniores. Ora, num cenário ideal, as empresas deverão diversificar as suas equipas, quer com juniores, quer com seniores. Este é um mix de sucesso.

Desta forma, a gestão e o desenvolvimento de talentos deve ser uma prioridade na estratégia das organizações. É ela que cria uma cultura organizacional alinhada com o crescimento da produtividade. Torna-se necessário pensar e implementar planos de desenvolvimento pessoal e de bem-estar organizacional, que aumentem as taxas de retenção dos colaboradores e que fomentem o equilíbrio entre os interesses pessoais e profissionais.

A humanização das empresas é o grande desafio da gestão. Deve-se partilhar o conhecimento, as dificuldades, os sucessos, tornar as pessoas parte integrante do processo de crescimento e da tomada de decisões, de forma a induzir-se laços de pertença, de afetividade e de fidelização junto dos colaboradores.

Deixem-se transformar, deixem-se potenciar.

 

 


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